Olá, pessoal!
Quem lembra que eu fiz uma gincana do livro Bruxas de Oxford, já faz um tempão? Pois é, deu errado por vários motivos - culpa minha em quase todos - mas eu percebi que o blog não é grande o suficiente para uma gincana daquelas.
Ainda mais por eu estar no terceiro ano, com vestibular no final do ano e muuuitas outras coisas pra fazer. Não tenho me dedicado ao blog o tanto que eu gostaria.
Certo, resolvi então, junto com a Larissa, fazer uma promoção 'simples'. Participem! E chamem seus amigos, porque isso vai contar pontos - vocês já vão descobrir como.
Quem quiser, leia a resenha do livro clicando aqui, leia o primeiro capítulo do livro aqui, visite o blog da trilogia... Eu adoooro esse livro, já falei bastante dele aqui no blog! Vale a pena :)
O prêmio? Um Bruxas de Oxford autografado, além de marcadores e outros brindes!
Para participar, é simples. Basta seguir as 4 regrinhas abaixo, e você já está concorrendo.
1. Ser seguidor público do blog pelo GFC (na barra lateral esquerda);
2. Comentar nesse post (pode ser qualquer comentário!);
3. Preencha o formulário abaixo;
4. É necessário ter endereço de entrega no Brasil.
Pronto, você está participando. Se observar bem o formulário, vai perceber que existem muitas chances extras de ganhar! Comente na resenha do livro clicando aqui, siga no twitter o @BlogWBW e o @BruxasdeOxford, curta a página no facebook... E vá somando pontos!
Caso alguém descubra a promoção por sua causa (porque você contou, porque viu no seu twitter, etc.) você soma mais 5 pontos extras.
A promoção vai até dia 24 de Junho!
Formulário:
a Rafflecopter giveaway
Sobre a promoção:
1. Caso o ganhador do sorteio tenha desrespeitado alguma regra, será feito um novo sorteio;
2. A promoção vai até dia 24 de Junho e o ganhador será anunciado dia 26.
3. É necessário ter endereço de entrega no Brasil.
4. O livro será enviado pela autora, com um prazo máximo de 30 dias após o sorteio.
Boa sorte!
Words, Books, Worlds
Words create books. And then the books create worlds.
terça-feira, 29 de maio de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Resenha: Identidade Roubada,
Obrigada editora Arqueiro pelo livro :)
Um belo dia, esperando meus pais na Saraiva, resolvi ler. Afinal, eu estava em uma livraria. Identidade Roubada sempre havia me chamado muito a atenção por conta do nome e da capa, que acho lindos. Depois de ler a sinopse eu estava completamente chocada, e comecei a ler o livro, rezando para não ter que ir embora logo.
Identidade Roubada
Autor: Chevy Stevens
Editora: Arqueiro
Autor: Chevy Stevens
Editora: Arqueiro
Páginas: 254
Sinopse: Era para ser um dia como outro qualquer na vida de Annie O’Sullivan. A corretora de imóveis levanta da cama com três objetivos: vender uma casa, fazer as pazes com a mãe e não se atrasar para o jantar com o namorado. Naquele domingo, aparecem poucas pessoas interessadas em visitar o imóvel. Quando Annie está prestes a ir embora, uma van estaciona diante da casa e um homem sorridente vem em sua direção. A corretora tem certeza de que será seu dia de sorte. Mas o inferno está apenas começando. Sequestrada por um psicopata, Annie fica presa durante um ano inteiro em um chalé nas montanhas, onde vive um pesadelo que deixará marcas profundas.
Um belo dia, esperando meus pais na Saraiva, resolvi ler. Afinal, eu estava em uma livraria. Identidade Roubada sempre havia me chamado muito a atenção por conta do nome e da capa, que acho lindos. Depois de ler a sinopse eu estava completamente chocada, e comecei a ler o livro, rezando para não ter que ir embora logo.
Annie é uma corretora de imóveis de uma pequena cidade no Canadá, com um namorado, família, amigos, ganha seu próprio dinheiro, é feliz. Ela é uma pessoa comum.
Em um domingo - que também era um dia comum -, enquanto se preparava para deixar o plantão, um cliente aparece de última hora, com um sorriso tão encantador que convence Annie a dar uma olhada na casa antes de ela ir embora, sem saber que, na verdade, ela não vai sair dali da forma que esperava.
O homem, que passa a ser chamado de Maníaco ao longo da narração de Annie por motivos claros, sequestra a narradora, que é sedada e acorda em uma casa completamente isolada de tudo, sem ter ideia de onde está. Só ela e o Maníaco.
Annie passa um ano inteiro aprisionada, sem saber ao certo o motivo. Por que ela? O que ele quer? Também não parece interessado em dinheiro. Em nenhum momento o Maníaco se mostra interessado em pedir um resgate. Tudo o que ele faz é impor regras absurdas e que quase levam Annie à loucura. Hora exata de banho, hora para fazer xixi, hora de almoço e hora de jantar. Refeições reguladas, nada industrializado, dias sem ver a luz do dia nem ter contato algum com a sociedade.
A história do livro é contada através das consultas com a psicóloga depois que a narradora consegue escapar do confinamento. Mas o ponto forte do livro é acompanhar a recuperação de Annie. Durante a estadia na casa da montanha, ela perdeu muitas coisas. Tempo, amigos, o emprego, a confiança em tudo e todos, o controle do próprio corpo. E uma coisa que pesa demais na vida de qualquer mulher: a identidade. Existe ainda uma outra coisinha, muito pequena, e que não vou contar o que é. Descobrir isso faz com que o livro se torne ainda mais chocante e assustador. Até onde pode ir a maldade de alguém?
Annie precisa de tempo para si mesma. De tempo para se recuperar, para entender como tudo aconteceu, e demora um bom tempo até que ela consiga se abrir com um psicólogo.
Eu não consegui ler o livro todo de uma vez só, porque achei bem pesado. E talvez eu não recomende para pessoas muito novas, apesar de eu ter só 17 anos. Annie sofre estupros e outros abusos durante o livro, que são horríveis e pesados demais.
Mas o livro é absurdamente bom.
O final é lindo.
Annie passa um ano inteiro aprisionada, sem saber ao certo o motivo. Por que ela? O que ele quer? Também não parece interessado em dinheiro. Em nenhum momento o Maníaco se mostra interessado em pedir um resgate. Tudo o que ele faz é impor regras absurdas e que quase levam Annie à loucura. Hora exata de banho, hora para fazer xixi, hora de almoço e hora de jantar. Refeições reguladas, nada industrializado, dias sem ver a luz do dia nem ter contato algum com a sociedade.
A história do livro é contada através das consultas com a psicóloga depois que a narradora consegue escapar do confinamento. Mas o ponto forte do livro é acompanhar a recuperação de Annie. Durante a estadia na casa da montanha, ela perdeu muitas coisas. Tempo, amigos, o emprego, a confiança em tudo e todos, o controle do próprio corpo. E uma coisa que pesa demais na vida de qualquer mulher: a identidade. Existe ainda uma outra coisinha, muito pequena, e que não vou contar o que é. Descobrir isso faz com que o livro se torne ainda mais chocante e assustador. Até onde pode ir a maldade de alguém?
Annie precisa de tempo para si mesma. De tempo para se recuperar, para entender como tudo aconteceu, e demora um bom tempo até que ela consiga se abrir com um psicólogo.
Eu não consegui ler o livro todo de uma vez só, porque achei bem pesado. E talvez eu não recomende para pessoas muito novas, apesar de eu ter só 17 anos. Annie sofre estupros e outros abusos durante o livro, que são horríveis e pesados demais.
Mas o livro é absurdamente bom.
O final é lindo.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Super #GincanaBruxasDeOxford - Prova 1
Olá, pessoal!
Tudo bem com vocês?
Ok, não vou enrolar muito aqui no começo do post, mas queria dizer que tem algumas pessoas - uma, em especial, que não vou dizer quem é, hahaha - que estão juntando bastante ponto com tweets. Fiquem espertos! Aproveitem os pontos extras, eles podem fazer a diferença!
Bom, a primeira prova é simples, mas requer criatividade. Não precisa fazer correndo, porque você terá bastante tempo para enviar a resposta, mas tem que caprichar!
Prova dos Nomes
Eu até comentei na minha resenha sobre Bruxas de Oxford isso: no livro, Malena e os irmãos dela tem nomes que começam em ordem alfabética, do mais velho para o mais novo. Não, ela não tem irmãos que começam com a letra L! Só lendo vocês vão descobrir o nome do meio da Malena, que começa com G.
Ela tem um irmão chamado Adam, um outro chamado Bryan, Colin, Dylan, Eric e um último chamado Freddy. Achei isso bem engraçado, se vocês querem saber :P
Ok, então, qual seria a prova? É o seguinte: Vocês devem preencher o formulário clicando aqui, respondendo a seguinte pergunta:
Eu e a Larissa vamos julgar, e os nomes mais engraçados, que nos fizerem rir, ganham a primeira prova. Atenção para não colocar nomes muito absurdos, que nem podem ser considerados nomes, ok? Esses serão desclassificados.
Por uma questão de ética, não divulgaremos nenhum dos nomes e nem o participante que os enviou. Nunca se sabe quando alguém pode ter aquele nome engraçado, e pode acabar ficando chato.
As respostas devem ser enviadas até o dia 18/04, um dia antes da outra prova. E os ganhadores desta etapa - 100 pontinhos para o primeiro lugar e 50 para o segundo - sairão no dia 19, junto com o post da segunda prova.
Divulgaremos o ranking parcial, já levando em conta os tweets, curtidas no facebook, e todos os pontos que vocês tem direito!
Boa sorte à todos!
Tudo bem com vocês?
Ok, não vou enrolar muito aqui no começo do post, mas queria dizer que tem algumas pessoas - uma, em especial, que não vou dizer quem é, hahaha - que estão juntando bastante ponto com tweets. Fiquem espertos! Aproveitem os pontos extras, eles podem fazer a diferença!
Bom, a primeira prova é simples, mas requer criatividade. Não precisa fazer correndo, porque você terá bastante tempo para enviar a resposta, mas tem que caprichar!
Prova dos Nomes
Eu até comentei na minha resenha sobre Bruxas de Oxford isso: no livro, Malena e os irmãos dela tem nomes que começam em ordem alfabética, do mais velho para o mais novo. Não, ela não tem irmãos que começam com a letra L! Só lendo vocês vão descobrir o nome do meio da Malena, que começa com G.
Ela tem um irmão chamado Adam, um outro chamado Bryan, Colin, Dylan, Eric e um último chamado Freddy. Achei isso bem engraçado, se vocês querem saber :P
Ok, então, qual seria a prova? É o seguinte: Vocês devem preencher o formulário clicando aqui, respondendo a seguinte pergunta:
Se você tivesse 7 filhos e tivesse que colocar neles nomes começando com cada letra do alfabeto, até a letra G, quais nomes você NÃO colocaria?
Eu e a Larissa vamos julgar, e os nomes mais engraçados, que nos fizerem rir, ganham a primeira prova. Atenção para não colocar nomes muito absurdos, que nem podem ser considerados nomes, ok? Esses serão desclassificados.
Por uma questão de ética, não divulgaremos nenhum dos nomes e nem o participante que os enviou. Nunca se sabe quando alguém pode ter aquele nome engraçado, e pode acabar ficando chato.
As respostas devem ser enviadas até o dia 18/04, um dia antes da outra prova. E os ganhadores desta etapa - 100 pontinhos para o primeiro lugar e 50 para o segundo - sairão no dia 19, junto com o post da segunda prova.
Divulgaremos o ranking parcial, já levando em conta os tweets, curtidas no facebook, e todos os pontos que vocês tem direito!
Boa sorte à todos!
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Super #Gincana Bruxas de Oxford! - Inscrições
Olá, pessoas!
Estou muito feliz por finalmente fazer esse post, por vários motivos. O número de seguidores cresceu bastante, e boa parte disso por causa deste livro -, os comentários na resenha foram acima da média... E, claro, estou querendo fazer essa promoção faz tempo. O livro é ótimo, quero que mais pessoas tenham a oportunidade de ler, e nada melhor do que um livro bom pra incentivar a literatura brasileira, certo? Então, vamos lá!
Essa promoção é em parceria com a autora do livro - a Larissa Sirinai -, o que quer dizer que a promoção inclui autógrafo!
Os prêmios são:
Você não depende apenas das provas para acumular pontos! Veja como ganhar pontos abaixo:
Estou muito feliz por finalmente fazer esse post, por vários motivos. O número de seguidores cresceu bastante, e boa parte disso por causa deste livro -, os comentários na resenha foram acima da média... E, claro, estou querendo fazer essa promoção faz tempo. O livro é ótimo, quero que mais pessoas tenham a oportunidade de ler, e nada melhor do que um livro bom pra incentivar a literatura brasileira, certo? Então, vamos lá!
Essa promoção é em parceria com a autora do livro - a Larissa Sirinai -, o que quer dizer que a promoção inclui autógrafo!
Os prêmios são:
- 1 Exemplar de "As Bruxas de Oxford" Autografado;
- 2 Marcadores autografados de "As Bruxas de Oxford";
- Kit de Marcadores de livros nacionais atografados;
A promoção não vai ser simplesmente um sorteio. Quem se esforçar mais tem mais chances de ganhar, porque faremos uma gincana! Viram que divertido? Hahaha
Esse post é o 'post de abertura', então ainda não temos nenhuma brincadeira montada. As datas serão as seguintes:
- Sexta-feira, 06/04 (hoje): Post de abertura + Inscrições;
- Sexta-feira, 13/04: Primeira brincadeira;
- Quinta-feira, 19/04: Segunda brincadeira;
- Terça-feira, 24/04: Terceira Brincadeira;
- Domingo, 29/04: Quarta Brincadeira;
- Quinta-Feira, 03/05: Quinta e última Brincadeira;
- Sábado, 05/05: Resultados.
As inscrições vão de hoje até dia 03/05 - sim, você pode se inscrever até o último dia! Quanto mais tarde você se inscrever, mais difícil será de alcançar os pontos para ganhar, mas tudo é possível! São pontos corridos, e as posições mudam a todo momento.
Não, vocês não irão ficar sabendo antes o que será cada prova. Isso fica pro dia de cada post. Muitas surpresas! Só adianto uma coisa: preparem a criatividade. Durante as provas e os dias até o final, vocês iram acumulando pontos de acordo com o que fizerem.
Para se inscrever, siga as instruções abaixo.
(ATENÇÃO: Leia o post até o fim antes de preencher o formulário. Se algo for preenchido errado, você pode ser prejudicado ou desclassificado. O formulário deve ser preenchido apenas UMA VEZ).
(ATENÇÃO: Leia o post até o fim antes de preencher o formulário. Se algo for preenchido errado, você pode ser prejudicado ou desclassificado. O formulário deve ser preenchido apenas UMA VEZ).
- Siga o Words, Books, Worlds (esse blog) publicamente na barra lateral esquerda, na caixinha do Google Friends Connect.
- Deixe um comentário nesse post confirmando a sua participação. Pode ser um simples "participando" ou algo mais completo;
- Preencha este formulário abaixo ou clique aqui para preenchê-lo.
Você não depende apenas das provas para acumular pontos! Veja como ganhar pontos abaixo:
- Comente na Resenha do livro clicando aqui. +10 pontos;
- Siga o twitter do blog (@BlogWBW), da Larissa (@LarissaSiriani) e do livro (@BruxasdeOxford). +2 pontos por twitter seguido;
- Curta no Facebook a página do livro e a página do blog. +3 pontos por página curtida;
- Twitte a seguinte frase no Twitter, no máximo 2 vezes por dia: "O @BlogWBW está fazendo uma super #GinganaBruxasdeOxford, e o livro + marcadores são meus! http://bit.ly/HmSKbe" +5 pontos por tweet;
- Curta o post falando da promoção, que irá todo dia ao ar, na página do blog. + 5 pontos por curtida;
- Adicione o livro ao seu Skoob clicando aqui. +5 pontos;
E ATENÇÃO: Se alguém participar da promoção porque você indicou, ou seja, se alguém se inscrever (e realizar as provas, ok? Não vale se inscrever e nem participar) e preencher o último campo do formulário com o seu nome/twitter, você ganha mais 20 pontos!
Lembrem-se de voltar para a primeira brincadeira da gingana! :)
sábado, 24 de março de 2012
Resenha conjunta de Filme: Jogos Vorazes
Olá pessoas! Primeiro queria agradecer todos os seguidores novos dessa semana e os comentários na resenha do Bruxas de Oxford. Fiquei muito feliz de termos alcançado os seguidores e comentários para eu poder fazer a promoção!
Hoje ou amanhã entra no ar o primeiro post sobre a promoção, certo? Fiquem espertos! Vai ser tipo gincana, e nada de sorte. Quem se esforçar mais, tem mais chances de levar o livro! Por enquanto é tudo o que eu posso falar, mas o post já está quase pronto, e entra em breve aqui no blog.
Título Original: The Hunger GamesDireção: Gary Ross
Roteiro: Billy Ray (I), Suzanne Collins
Ano: 2012
Duração: 142 minutos
Ontem (sexta-feira) fui com a Larissa assistir Jogos Vorazes. A estreia foi toda aquela divulgação e animação, mas a sala do cinema estava quase vazia! Hahaha de qualquer forma, fiz uma review em conjunto com ela - e tá enorme - e vou postar aqui nossas opiniões. Discordamos em muitos aspectos, mas acho que nossa impressão geral sobre o filme foi equilibrada. Confesso que saí da sessão com uma opinião horrível, mas depois que acalmei, deu pra analisar melhor :P Tem alguns spoilers se você ainda não leu o livro, mas nada que estrague as surpresas.
E comentem! Quem aí já assistiu o filme? o/
Tudo o que está em roxo é da Larissa, e em azul é meu. Divirtam-se :)
O Roteiro
O grande pânico de qualquer fã de algum livro quando o mesmo é adaptado pro cinema é: vai faltar muita coisa. Comprimir centenas de páginas de história em pouco mais de duas horas de filme (às vezes nem isso) é um trabalho árduo que requer cuidado do roteirista e um pouquinho de compreensão dos fãs. Nem sempre se consegue os dois.
Como vocês leram ali na ficha técnica, a própria Suzanne Collins, autora da trilogia que deu origem ao filme, meteu seu bedelho no roteiro. Pelo que sei dessa história, ela não escreveu o roteiro completamente em conjunto, mas deu palpites, pitacos e fez suas observações - coisa que, acredito, ajudaria a salvar inúmeras adaptações de serem um completo fiasco. Claro que nem mesmo Suzanne Collins conseguiu impedir que a história que ela criou se transformasse numa coisa nova pra ganhar as telas de cinema. Isso se dá por um motivo único e claro que geralmente todo mundo esquece: cinema não é literatura, e não dá pra colocar na tela 100% do que está no livro.
No caso de Jogos Vorazes, isso tem um agravamento a mais: o livro é contado completamente em primeira pessoa. Esse tipo de perspectiva que funciona de maneira muito bacana na literatura limita as possibilidades de exploração de um filme e torna algumas coisas impossíveis de serem mostradas pela perspectiva do personagem.
Meu primeiro adendo sobre isso são as informações que acompanham o novo mundo apresentado por Jogos Vorazes. Se no livro podemos contar com toda a explicação da personagem Katniss entre seus parágrafos, nos definindo termos como Colheita, Panem, Distrito, e até mesmo o que são os Jogos Vorazes, no filme isso não é possível simplesmente porque se tornaria enfadonho, didático e falso. A solução para isso é sair da visão estreita de Katniss, limitada ao seu próprio universo, e mostrar ao espectador alguns bastidores dos Jogos e até mesmo letreiros explicativos no começo do filme. É uma maneira de situar quem não conhece a história sem parecer forçar a barra.
Esse "sair da visão de Katniss" se repete várias vezes ao longo do filme, não apenas para explicar conceitos como para ilustrar ações futuras (vemosHaymitch negociando o remédio para Katniss antes de ela recebê-lo), como também para nos dar uma dimensão maior do alcance do evento dos Jogos (temos takes do pessoal da Capital e da família de Katniss assistindo os Jogos). Particularmente, achei os adendos bem colocados e necessários. Se eu nunca tivesse lido o livro, não ia entender nada sem eles.
Quanto a mudanças na história... bem, elas são poucas. Existem duas que me incomodaram muito, na verdade. A primeira é como Katniss arranja o broche doTordo - não vou nem contar como acontece porque é decepcionante demais! E a segunda é a perna de Peeta, cujo machucado no final do filme se cura milagrosamente, bem ao contrário de como acontece no livro. Tirando esses dois ocorridos gritantes, não há nada que cause muito incômodo ou mesmo destoe muito do livro. Obviamente, muito do correr dos Jogos foi cortado simplesmente porque não havia tempo pra desenvolver tudo, e deu-se prioridade ao que era mais importante.
Como eu disse hoje para um amigo - e vou me citar aqui, porque acho que a frase se encaixa completamente - "o livro é narrado em primeira pessoa, e ninguém, no mundo consegue substituir isso." Acho que na maioria das vezes em que tentam usar essa técnica, dá bem errado, mas em alguns momentos, vendo o filme, me perguntei se a voz da Katniss fazendo algum comentário 'dentro da cabeça' não seria interessante.
Não discordo de que o filme foi fiel ao livro em uma linha geral. Mas algumas mudanças colocadas foram absurdas. Coisas básicas que não tinham necessidade de ser trocadas, e coisas um pouco mais complexas. O broche do Tordo, que no livro Katniss ganha de uma personagem que tem uma certa importância 'política', no filme é adquirido por ela de uma forma completamente diferente; uma das pernas do Peeta, que no enredo original é gravemente ferida, no filme não sofre nenhum dano após o bestante (cão gigante) atacar e morder. E sei que tem mais alguma coisa que me incomodou bastante durante o filme, mas não consigo lembrar o que *ops*. Talvez seja a cena em que, tecnicamente, Katniss deveria passar horas deitada porque perdeu a audição de um ouvido e está completamente tonta - uma explosão daquelas no mínimo deveria mexer com o labirinto de uma pessoa, como acontece no livro. Agora minha pergunta é onde foi parar a tal cena.
Mas, peraí! Um ponto infinitamente positivo: nunca vi uma adaptação usar tantas frases idênticas às que estão no livro. Se o personagem disse alguma coisa de forma x, tem algum motivo, e acho muito legal o filme mantê-las.
É isso o que acontece durante a entrevista do Peeta, por exemplo. E estava tudo perfeito, até o maldito final da entrevista: perdeu toda a entonação. Até então, tudo perfeito, as falas idênticas, bem atuadas. Mas de repente a entrevistamurcha - não existe outra palavra para descrever o que acontece. De repente o entrevistador (Caesar) 'dispensa' Peeta, com um "Puxa, que azar. Certo, boa sorte, então!". E cadê todo o diálogo entre os dois?
Apesar de estar corrido, porém, muitas cenas foram reduzidas a uma velocidade perfeita - Katniss com os Jurados ficou uma cena estonteante - e deram o toque dramático que era necessário. Os cenários eram exatamente como eu imaginava, na maioria das vezes; e mesmo que não fossem iguais, passavam a mesma ideia.
Pra mim são o grande trunfo do filme. Além de contar com um bom elenco principal, Jogos Vorazes tem um elenco de apoio surpreendente. Confesso que nem eu estava esperando tanto.
Começando pelos principais, Jennifer Lawrence.. bem, o que eu posso falar dela? Já tinha assistido Inverno da Alma (filme que a levou a ser indicada ao Oscar de Melhor Atriz) e já achava a Jennifer sensacional. E ela encarnou a Katniss com uma perfeição absurda. De repente ela era exatamente tudo o que eu tinha imaginado, em trejeitos e em expressões, em tom de voz e jeito de falar. Ela passa todo o misto de medo e de coragem, de afeição e de dureza. Tem uma intensidade que passa pra quem está assistindo. É incrível!
Eu não estava esperando muito do Josh Hutcherson - apesar de gostar dele, não achava que fosse dar um bom Peeta - mas mordi minha língua. Ele foi natural e fofo e fez com que eu me apaixonasse novamente pelo personagem. O mesmo vale para Liam Hemsworth, que apesar de aparecer pouco deu um tom mais leve ao Gale e fez até com que eu simpatizasse mais com ele.
Minha surpresa mesmo veio de Alexander Ludwig, intérprete do temidoCato, tributo carreirista do Distrito 1. Nem achei que fosse dar atenção a ele, mas ele se destaca porque assumiu perfeitamente o papel de garoto metido, corajoso e impiedoso, tão cruel que chega a dar medo. Sem contar que ele é lindo. Não que isso venha ao caso.
Dos atores, só reclamo um pouco do fato de que achei que Amandla Stenberg, que viveu Rue não teve muito tempo pra mostrar seu talento (nem o peso da personagem), e que achei que a Willow Shields fez de sua personagem Prim uma menina muito mais infantil e chorona do que ela realmente deveria ser.
Não tem o que falar das atuações. Sinceramente, além de terem atuado muito, os atores combinavam com os personagens! Cabelo castanho no livro? No filme, idem. Olhos azuis no livro? Idem no filme. Expressão de assustada em uma cena? A atriz sabia fazer.
Os três principais - 4, se contarmos Haymitch - se mostraram lindamente profissionais, mas completamente naturais, ao mesmo tempo. E não é que Gale nos faz rir? E Peeta não nos faz suspirar? E Katniss não nos leva a loucura total com a forma que ela simplesmente não percebe as coisas mais óbvias, e o jeito que ela consegue carregar tudo nas costas?
Os Tributos estavam nos papéis certos, e a única falta nesse quesito foi Rue - não tivemos chance de vê-la atuando, mesmo porque a cena mais dramática do livro passou voando. Cato - lindo - atuou de uma forma chocante, e acho que vai ser difícil esquecê-lo, por ser muito importante no livro, e reafirmar sua presença no filme. Glimmer, Clove, Cara de Raposa e as outras meninas estavam cada uma no papel que deveriam estar.
Prim e a mãe dela e de Katniss se encaixaram direitinho no papel, na minha opinião. Não só fisicamente, mas atuando, também.
Quase terminei essa resenha me esquecendo de falar de Cinna - o que é um absurdo, levando em conta que ele é um dos meus personagens favoritos. Certo, o Lenny Kravitz conseguiu uma façanha e tanto - Cinna. Tudo se resume a essa palavra, porque ele é simplesmente o personagem mais brilhante da série inteira. E não nos decepcionou, graças a Deus.
Só achei que Tresh não atingiu o tamanho que precisava ter - no livro o que chama mais a atenção pra ele não é o tamanho?! - e a cara de bravo. Não vi muito disso.
De verdade, não tenho mais críticas negativas a fazer.
Aspectos Técnicos
Vou começar falando da câmera, porque ela é o que mais choca e chama atenção. E incomoda.
Pra mim o grande problema da direção de fotografia do filme foi o excesso de câmera na mão. Em alguns trechos, ok; quando Katniss está caçando, ou durante os Jogos, ela ajuda a aumentar a sensação de que Katniss está sendo vigiada e perseguida a todo momento, além de ajudar o espectador a entrar no clima. Funciona muito bem nesses momentos. A câmera rápida nesses casos tem todo um propósito.
Contudo, tem vários trechos do filme que parece que esqueceram de levar o tripé pra locação. São cenas em que a câmera trepida de maneira desnecessária, e só serve pra incomodar, desfocar a atenção de quem está assistindo e causar uma tontura completamente desnecessária. Durante a Colheita, por exemplo, ou mesmo quando Katniss está em casa ou se despedindo da família antes de partir para os Jogos. São horas em que a gente precisa prestar atenção na cena e não consegue, porque a câmera não pára quieta.
Gostei muito dos cortes rápidos que foram usados nas cenas da arena, e também de algumas opções que o diretor fez para não transformar o filme numa coisa excessivamente violenta (ainda que o enredo o seja). Por exemplo, logo que começam os Jogos e tem toda aquela matança na Cornucópia, além de cortes super rápidos, vemos apenas alguns tributos se engalfinhando e alguns esfaqueando (ou matando de qualquer outra forma cruel) tributos invisíveis. Os movimentos dos atores e o sangue nas mãos é o bastante pra servir de indicação do que está rolando. Achei isso ótimo, pra falar a verdade, porque acho que se fosse algo muito explícito e sangrento, perderia o foco e ficaria apelativo. Está na medida.
Se você está indo assistir o filme na esperança de ouvir qualquer uma das músicas incríveis que compõe a trilha sonora do filme, esqueça, porque absolutamente nenhuma delas toca durante o filme. O que pode ser uma coisa péssima pra alguns (né, Malu?) pra mim não fez assim tanta diferença. Senti falta, sim, de uma trilhazinha pra acompanhar certos momentos de tensão, mas não que sua ausência tenha tornado tais cenas menos impactantes. Pelo contrário. Em alguns momentos o silêncio chega a ser ensurdecedor de tão tenso. Na cena da Cornucópia, por exemplo, com todo o banho de sangue dos tributos correndo e se atacando, quase nada se ouve. E o que pode ser pior que uma matança muda?
Enfim, o filme atendeu as minhas expectativas, sem ser especialmente surpreendente nem decepcionante. É uma boa adaptação, embora tenha lá algumas falhas sem necessidade, e quem já leu os livros com certeza vai gostar de pelo menos algums coisinha! Agora é esperar (loucamente) por Em Chamas!
Beijocas, e que a sorte esteja sempre a seu favor!
Não sei muito sobre aspectos técnicos de filmes, como a Larissa disse acima, das câmeras. Mas realmente, o filme dá um pouco de tontura, e às vezes você não sabe para onde está olhando. Em algumas cenas - leia-se a das teleguiadas - deram o tom certo ao filme. Mas em outras, só serviram para confundir.
O que mais me deixou indignada no filme, foi a trilha sonora. A Larissa não se importou muito, mas alguém aí já teve a sensação de ver uma cena, e ouvir a música na cabeça, porque ela se encaixa perfeitamente ali? Pois bem, isso acontece algumas vezes.
Safe & Sound, a música lançada um certo tempo atrás, serviu só para propaganda do filme e pros créditos. Sinceramente, eu tinha fantasiado milhares de possibilidades de onde ela se encaixaria. Parece que o diretor, não.
Sim, claro, o silêncio foi muito bem colocado em algumas cenas. Você sente falta de ar, porque o silêncio pesa toneladas. Porque o silêncio traz toda a agonia de um rolo compressor vindo na sua direção - e talvez seja bem isso que Katniss sente.
Sou bem suspeita para falar, porque eu sinceramente não me importaria em assistir esse filme - e algumas outras adaptações, por favor - com o dobro do tempo. 4 horas de filme, ou então dois filmes. Sabe, Harry Potter 7 - parte 1 e 2, e Amanhecer?
Acho que ficaria mais tenso - porque tensão é o que mais tem no livro. E simplesmente não descia a ideia de, em pouco mais de 2 horas, ver o começo, o meio e o fim dos jogos. Simplista demais.
Saí do filme com uma sensação péssima, mas essa passou. Não fiquei 100% feliz com o resultado - longe disso.
Mas ei, o filme acabou sendo bom :)E que venha o próximo massacre quartenário.
Malu e Larissa
sexta-feira, 16 de março de 2012
Resenha Nacional: As Bruxas de Oxford, da Larissa Siriani
Oi pessoas!
Hoje vou resenhar um livro que venho citado bastaaante aqui no blog. Lembram do Bruxas de Oxford, da Larissa Siriani? Sim, o que eu tenho pra sortear pra vocês!
Resolvi antecipar a resenha pra ver se vocês não se animam pra promoção. Só vai rolar quando o blog chegar em 100 seguidores - e agora temos mais uma meta - e 10 comentários nessa resenha. Certo? :)
Espero que minha resenha faça vocês se apaixonarem pelo livro como eu. Hahaha
Páginas: 230
Sinopse: A antiga Casa Azul nunca foi cenário de boas histórias. Há mais de cem anos, dizem, era lar de sete bruxas que foram queimadas na fogueira e que juraram vingança.
Mas é quando Malena, seus pais e seus seis irmãos mais velhos se mudam para lá que a lenda se prova verdade. Coisas estranhas começam a acontecer sempre que ela se exalta, e, de repente, ela se descobre cercada por um passado que ela até então desconhecia, e condenada a consertar os erros de uma vida passada. E, quando os velhos inimigos começam a aparecer, Malena vai perceber que certos sentimentos se carregam para além da vida.
As Bruxas de Oxford nos leva aos Estados Unidos, para o meio de uma casa cheia de garotos e uma menina.
Malena vê sua vida dar uma volta quando os pais decidem mudar, com todos os filhos, para a cidade de onde vieram: Oxford. Mas não Oxford da Inglaterra - é uma pequena... minúscula, na verdade, cidade, nos Estados Unidos. Pouco mais de mil habitantes, e as crianças nunca haviam estado lá antes.
Deve ser um choque, imagino, mudar para um lugar tão minúsculo. Mas não é difícil para Malena se adaptar. A não ser pela casa em que os pais dela resolveram morar: a Casa Azul. Um lugarzinho bem medonho, na verdade, mas nada insuperável. E Malena pega o quarto do sótão. Que beleza.
Mas Malena descobre que é muito fácil se adaptar na escola e na cidade, ser recebida por todos, e se sentir, bem, em casa, naquele lugar. Talvez até porque a ligação da menina com a cidade não seja algo simples e fácil de se entender. Talvez envolva algumas bruxas, feitiços, fogueiras e maldições, no meio do caminho.
Tenho uma coisa a dizer, logo de cara: Malena é uma personagem adorável. Estou cansada de ler livros com personagens chatas e irritantes, e acho que muitos de vocês, também. Mas, Malena é diferente. Certo, quem não fica mais confortável lendo um livro assim?
Ela não se menospreza absurdamente, como muitas protagonistas fazem por aí. Ela é do estilo não sou linda, mas posso viver com isso, e também não sai por aí dizendo que é a pessoa mais maravilhosa do mundo. Ela é gentil, e se oferece para ajudar muitas pessoas, mesmo que isso a coloque em situações difíceis, mas também não faz tudo pelos outros, sem pensar em si mesma.
A escrita da Larissa é genial. Sério. Anotei muitas coisas que me chamaram a atenção, que me fizeram rir, ou morrer de medo. Eu quase larguei o livro no segundo capítulo porque sou muito medrosa (sim, pois é, hahaha), mas a história era tão boa e a Larissa é minha amiga, né que continuei, e não me arrependi nem por um segundo. Ah, mentira, me arrependi, sim: quando o livro acabou. Porque agora estamos na espera pela continuação.
O final também é muito chocante, mas não falarei dele.
Logo no começo, uma coisa que eu amei, amei, amei no livro - sei que pode ter muita gente que não acha nada demais, mas costumo ser louca por essas coisas - é o seguinte: Adam, Bryan, Colin, Dylan, Eric e Freddy são os irmãos da Malena. A, B, C, D, E e F. Nomes em ordem alfabética. Sério, eu adorei isso, e achei muito engraçada a brincadeira que os pais acabaram fazendo com o segundo nome da Malena. Malena Georgina. E ela não gosta do nome do meio, nem um pouco.
Os irmãos dela são todos lindos, e são todos mais velhos. Ela é a sétima filha - mas a primeira menina - e sempre foi a protegida deles. É muito bonito ver a união da família toda, principalmente entre os próprios irmãos. E Malena é albina. Se sente um pouco esquisita, e sempre olham de lado para ela, daí o medo de mudar e ter de se adaptar em um lugar completamente novo, onde as pessoas não estão acostumadas com ela.
Achei o livro muito bem estruturado, e com certeza a Larissa pesquisou muito para poder escrever com a base que tinha. A história é bem profunda, e da pra sacar que o fim está longe de ser o fim.
Um dos personagens mais geniais é o Toy, gato que surge na vida da Malena, e vira seu bichinho de estimação. Ele é muito esperto, muito engraçado, e tem algo a mais, mas não quero dizer. A sinopse do livro não tem spoiler quase nenhum do livro, e ta aí grande parte da graça. Ler sem saber quase nada da história. Fica bem mais emocionante.
Lógico que tinha que ter alguém na história. Sam Goyle é uma gracinha de menino, e não tem muito como descrever. O problema é que, normalmente, quando o menino é bonito, educado, simpático, engraçado, popular e afins, tem alguma coisa errada. Bem naquele estilo de fingir que é tudo aquilo, mas só estar usando a menina. Então isso te deixa tensa o livro todo, porque você simplesmente tem medo de ele agir de má fé em algum momento.
Não vou dizer como isso se desenrola ;) Até porque, não é o fim, e não sabemos como os dois vão se desenvolver nos outros dois livros. Ou não se desenvolver... enfim.
Bom, quase nunca faço isso, mas esse livro merece: vou copiar algumas das minhas frases favoritas aqui embaixo.
E lembrem-se!! 100 seguidores e 10 comentários aqui para rolar promoção do livro! E mais uma surpresa envolvendo a Larissa Siriani. Não leu o livro ainda? Comenta se a minha resenha te animou ou não para ler! Já leu? Que tal comentar as suas quotes favoritas?
"Recomeçar era preciso, certo.Mas nós tínhamos que recomeçar ali?"
"Mas Sam Goyle, como sempre, era a diferença entre qualquer homem e o homem dos seus sonhos. Ele estava perfeito de terno e gravata, como se tivesse nascido para usar somente roupa social. Tão lindo como ficava em qualquer outra roupa, os olhos verdes cintilando para mim."
"Senti um toque leve próximo á minha barriga, seguido de um afagar no topo da cabeça, ao mesmo tempo em que ouvia Sam murmurando para eu ficar calma, e que eu estava bem. Não sabia mais se estava chorando de dor, de infelicidade ou simplesmente porque queria enxergá-lo e não conseguia."
"Demorei meio segundo para captar a essência do comentário e ficar envergonhada, e outro meio segundo para girar o tronco e ver quem era o dono da frase. No entanto, não precisei nem de meio milésimo de nano segundo para ficar completamente encantada com a minha visão"
segunda-feira, 5 de março de 2012
Resenha: Para Sempre, da Alyson Noël
Olá, gente!
Lembrando que ainda tá valendo os 100 seguidores pra rolar promoção com As Bruxas de Oxford, da Larissa Siriani! E quem quer uma entrevista? Ok, é surpresa, hahaha.
Os Imortais
Autor: Alyson Noël
Editora: Intrínseca
Páginas: 255
Ano Edição: 2009
Bom, a série Os Imortais, da Alyson Noël, não é muito bem avaliada pela maioria dos leitores, pelo menos pelo que eu pude observar por aí. Mas também conheço duas pessoas, a Priscila - minha irmã - e a Annalu, que gostaram bastante. Annalu me fez criar coragem de ler, na verdade, e acredito que tenham mais pessoas por aí que gostem. A série foi um sucesso de vendas, a autora veio na Bienal do Rio para dar autógrafos e estava tudo lotado.
Acho que não consigo dizer sim ou não quando me perguntam se eu gostei de Para Sempre, o primeiro livro. Por enquanto foi o único que eu li, e não posso dizer que achei de todo ruim. Mas acho que não me agradou muito. E sei que não costumo fazer resenha de livros que não gostei - até porque eu gosto da maioria dos livros -, mas acho que esse pode ser descrito como irritante.
Ever perdeu os pais e a irmã em um acidente de carro, e se culpa desde então por isso. Mora com a tia, e é a 'esquisita' da escola, uma vez que se esconde debaixo de um capuz e roupas largas - o que é bem fácil de entender, uma vez que ela escuta vozes na cabeça o dia todo. Vozes de todo mundo. Ela lê os pensamentos e vê auras ao redor das pessoas, e isso deve ser capaz de enlouquecer qualquer um. Até que Damen, um cara cheio de mistérios, lindo e maravilhoso, aparece. Ela não lê os pensamentos dele, tudo fica em silêncio quando ele fala, e é tranquilizador.
Ponto positivo do livro: Miles, o amigo definitivamente gay. Sinceramente, amo gays, e amo gays em livros. As coisas que ele fala, o jeito que ele fala, as piadas que ele faz, é tudo naquela forma exagerada que só os gays tem. Ele é um amor de pessoa, se preocupa com Ever e Haven, a outra amiga do grupinho. Na verdade esses são os únicos amigos de Ever.
Acho que não posso contar muito mais do livro, se não é capaz de dar bastante spoiler.
O que achei bem foi que a autora tenta criar um drama, muitas vezes, aonde não existe. Tem coisas que incomodam a Ever mas que, meu Deus, não tem motivo pra incomodar! Muito tudo ao pé da letra, muitas decisões sem o menor sentido, muitas brigas por absolutamente nada. Não consegui me apaixonar pelo Damen, não achava os pontos que ela destacava merecidos. Acho que na verdade não consigo entender por que algumas coisas são tão relevantes. E existem, na vida de Ever, muitas coisas que ela poderia sofrer, fazendo sentido.
Acho que a Alyson não soube valorizar alguns pontos do livro, como o sofrimento da perda da família - certo, ela repetia o tempo todo como sentia falta deles, como perdeu tudo depois que eles morreram, mas não existe aquele sentir a dor da Ever. E acho que a mediunidade da protagonista ficou um pouco esquecida algumas vezes. Sinceramente, se esses pontos tivessem sido mais bem trabalhados, acho que o livro poderia ter ficado incrível.
Mas acho muito lindo o amor de Ever e Riley - a irmã fantasma que vive ao lado de Ever, que ela ainda consegue ver mesmo depois de morta. Achei muito interessante o destino da garotinha de 12 anos, e sinceramente fiquei com mais vontade de ler a outra série da autora, que é retratada e vivida por Riley, do que o resto da série Os Imortais. Mas Lua Azul, a continuação de Para Sempre, é um dos próximos na minha lista de leitura :)
Amor de irmãos sempre me toca demais, e ver como elas sentem falta de viver uma com a outra, apesar de estarem sempre juntas - não poder abraçar sua irmã quando ela chora deve ser algo muito difícil, por exemplo - realmente acaba fazendo a gente pensar sobre muita coisa.
Algumas coisas que tem que ser citadas: O nome do livro, em inglês, tem uma espécie de 'trocadilho'. Evermore literalmente traduzido seria, realmente, algo como "sempre", ou "para sempre". Mas percebam que existe uma brincadeira com o nome da protagonista :)
E, se você for ler o livro, perceba como a introdução - "As cores das auras e seus significados" - é chocante. Sério, acho que o livro todo já vale a pena pelo impacto que as palavras escolhidas pela autora, lá naquela primeira parte do livro, causam.
O livro não é de se jogar fora, de jeito nenhum. Só não diria que está na lista dos meus favoritos, mas pode estar na de muita gente.
Lembrando que ainda tá valendo os 100 seguidores pra rolar promoção com As Bruxas de Oxford, da Larissa Siriani! E quem quer uma entrevista? Ok, é surpresa, hahaha.
Os ImortaisAutor: Alyson Noël
Editora: Intrínseca
Páginas: 255
Ano Edição: 2009
Sinopse: Ever Bloom tinha uma vida perfeita: era uma garota popular, acabara de se tornar líder de torcida do principal time da escola e morava numa casa maravilhosa, com o pai, a mãe, uma irmãzinha e a cadela Buttercup. Nada no mundo parecia capaz de interferir em sua felicidade, o céu era o limite! Até que um desastre de automóvel transformou tudo em um pesadelo angustiante. Ever perdeu toda a sua família. Mudou de cidade, de escola, de amigos, e agora, além de todas essas transformações em sua vida, ela precisa aprender a conviver com uma realidade insuportável: após o acidente, ela adquiriu dons especiais. Ever enxerga a aura das outras pessoas, pode ouvir seus pensamentos e, com um simples toque, é capaz de conhecer a vida inteira de alguém. É insuportável. Ela foge do contato humano, esconde-se sob um capuz e não tira dos ouvidos os fones do i-pod, cujo som alto encobre o som das mentes a seu redor. Até que surge Damen. Tudo parece cessar quando ele se aproxima. Só ele consegue calar as vozes que a perturbam tão intensamente. Ever não entende o porquê disso, mas é incapaz de resistir à paz que ele lhe proporciona, à sensação de, novamente, ser uma pessoa normal. Ela não faz ideia de quem ou o quê Damen realmente é. Sua única certeza é estar cada vez mais envolvida... e apaixonada.
Bom, a série Os Imortais, da Alyson Noël, não é muito bem avaliada pela maioria dos leitores, pelo menos pelo que eu pude observar por aí. Mas também conheço duas pessoas, a Priscila - minha irmã - e a Annalu, que gostaram bastante. Annalu me fez criar coragem de ler, na verdade, e acredito que tenham mais pessoas por aí que gostem. A série foi um sucesso de vendas, a autora veio na Bienal do Rio para dar autógrafos e estava tudo lotado.
Acho que não consigo dizer sim ou não quando me perguntam se eu gostei de Para Sempre, o primeiro livro. Por enquanto foi o único que eu li, e não posso dizer que achei de todo ruim. Mas acho que não me agradou muito. E sei que não costumo fazer resenha de livros que não gostei - até porque eu gosto da maioria dos livros -, mas acho que esse pode ser descrito como irritante.
Ever perdeu os pais e a irmã em um acidente de carro, e se culpa desde então por isso. Mora com a tia, e é a 'esquisita' da escola, uma vez que se esconde debaixo de um capuz e roupas largas - o que é bem fácil de entender, uma vez que ela escuta vozes na cabeça o dia todo. Vozes de todo mundo. Ela lê os pensamentos e vê auras ao redor das pessoas, e isso deve ser capaz de enlouquecer qualquer um. Até que Damen, um cara cheio de mistérios, lindo e maravilhoso, aparece. Ela não lê os pensamentos dele, tudo fica em silêncio quando ele fala, e é tranquilizador.
Ponto positivo do livro: Miles, o amigo definitivamente gay. Sinceramente, amo gays, e amo gays em livros. As coisas que ele fala, o jeito que ele fala, as piadas que ele faz, é tudo naquela forma exagerada que só os gays tem. Ele é um amor de pessoa, se preocupa com Ever e Haven, a outra amiga do grupinho. Na verdade esses são os únicos amigos de Ever.
Acho que não posso contar muito mais do livro, se não é capaz de dar bastante spoiler.
O que achei bem foi que a autora tenta criar um drama, muitas vezes, aonde não existe. Tem coisas que incomodam a Ever mas que, meu Deus, não tem motivo pra incomodar! Muito tudo ao pé da letra, muitas decisões sem o menor sentido, muitas brigas por absolutamente nada. Não consegui me apaixonar pelo Damen, não achava os pontos que ela destacava merecidos. Acho que na verdade não consigo entender por que algumas coisas são tão relevantes. E existem, na vida de Ever, muitas coisas que ela poderia sofrer, fazendo sentido.
Acho que a Alyson não soube valorizar alguns pontos do livro, como o sofrimento da perda da família - certo, ela repetia o tempo todo como sentia falta deles, como perdeu tudo depois que eles morreram, mas não existe aquele sentir a dor da Ever. E acho que a mediunidade da protagonista ficou um pouco esquecida algumas vezes. Sinceramente, se esses pontos tivessem sido mais bem trabalhados, acho que o livro poderia ter ficado incrível.
Mas acho muito lindo o amor de Ever e Riley - a irmã fantasma que vive ao lado de Ever, que ela ainda consegue ver mesmo depois de morta. Achei muito interessante o destino da garotinha de 12 anos, e sinceramente fiquei com mais vontade de ler a outra série da autora, que é retratada e vivida por Riley, do que o resto da série Os Imortais. Mas Lua Azul, a continuação de Para Sempre, é um dos próximos na minha lista de leitura :)
Amor de irmãos sempre me toca demais, e ver como elas sentem falta de viver uma com a outra, apesar de estarem sempre juntas - não poder abraçar sua irmã quando ela chora deve ser algo muito difícil, por exemplo - realmente acaba fazendo a gente pensar sobre muita coisa.
Algumas coisas que tem que ser citadas: O nome do livro, em inglês, tem uma espécie de 'trocadilho'. Evermore literalmente traduzido seria, realmente, algo como "sempre", ou "para sempre". Mas percebam que existe uma brincadeira com o nome da protagonista :)
E, se você for ler o livro, perceba como a introdução - "As cores das auras e seus significados" - é chocante. Sério, acho que o livro todo já vale a pena pelo impacto que as palavras escolhidas pela autora, lá naquela primeira parte do livro, causam.
O livro não é de se jogar fora, de jeito nenhum. Só não diria que está na lista dos meus favoritos, mas pode estar na de muita gente.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Resenha: A Maldição do Tigre, Colleen Houck
Antes de tudo, posso dizer que vocês me surpreenderam no post ali embaixo, das capas dos livros? Mais comentários do que eu imaginava, mesmo que ainda não sejam muitos. Obrigada quem comentou! :)
Agora, vamos à resenha?
Primeiro, obrigada à Editora Arqueiro, de novo! Fechei a parceria não faz muito tempo, mas eles são muito atenciosos, e os livros são muito bons! Não me arrependi nem um pouco dos livros que li deles, e essa parceria só valeu a pena! Muito obrigada :)
Bom, vou usar a mesma desculpa de sempre: demorei demais para escrever essa resenha porque era muito difícil de fazer; eu sei, que absurdo, me desculpem!
A Maldição do TigreAutor: Colleen Houck
Editora: Arqueiro
Páginas: 272
Ano Edição: 2011
O livro, no começo, não tem nada de incomum. Kelsey é uma menina americana, órfã de pai e mãe, e vive com Sarah e Mike, dois 'pais adotivos' fofos, atenciosos na medida certa, mas que dão a liberdade que uma adolescente de 17 anos precisa.
Kelsey quer entrar em uma faculdade boa, então começa a juntar dinheiro. Isso a leva a um emprego de duas semanas em um Circo que vai passar pela cidade.
No circo, além de fazer muitos amigos novos, Kelsey conhece um tigre branco, absolutamente encantador e lindo, e ela sente que não é nada simples. De repente, todas as noites ela está deitada ao lado da jaula dele, lendo em voz alta para ele, pelo simples fato de ser confortável ali. A presença dele é confortável, e ela sabe que vai sentir muita falta disso quando o circo for embora. Dihren - ou Ren, como ela o apelidou - se tornou especial para ela.
Até um homem aparecer. De terno e gravata no meio do circo, Sr. Kadam é uma pessoa bondosa, e Kelsey fica sabendo que ele foi buscar Dhiren. O tigre vai 'se mudar' para a Índia, em uma reserva especial. Ótimo para ele, certo?
Só tem um problema: alguém que esteja habituado ao tigre precisa ir junto. O veterinário do circo não pode, e acaba sobrando para a nossa querida Kelsey. Se aventurar pela Índia, com um tigre lindo, com tudo pago, e ainda receber por isso? Ah, e tem mais: obviamente, ao se 'apaixonar' pelo tigre, Kelsey deseja ele livre.
E aí acho que ficou um ponto negativo do livro: tudo se resolver muito rápido e muito fácil. Não deveria ser tão fácil decidir algo grande assim. Mas sou a favor de deixar a imaginação voar de vez em quando e, realmente, talvez atrapalhasse o ritmo do livro se fosse muito complicado.
Depois de algum tempo, Kelsey descobre que, na verdade, o tigre não é um tigre. É um antigo príncipe da Índia amaldiçoado, e precisa da ajuda dela para conseguir se libertar.
Se eu contar mais, vira spoiler, mas, de qualquer forma, ainda posso discutir muita coisa =D
Primeiro, para não deixar uma impressão ruim do livro no final, vou apontar um outro aspecto negativo do livro. As complicações amorosas são tão inúteis em alguns pontos, que chega a ser irritante, sério mesmo. A insegurança da Kelsey é intrigante. Muito intrigante. Porque ela não existe de forma alguma no começo do livro. E depois? É tanta que fica cansativa!
Desde que li Percy Jackson, percebi que chega ser ridículo aprendermos coisas de modo forçado, se podemos, sim, nos interessar por elas. Lendo Percy Jackson - que será minha eterna referência para dizer essas coisas - aprendi, entendi, e me apaixonei por Mitologia Grega. Lendo A Maldição do Tigre, aprendi, entendi e estou me apaixonando, aos poucos, por cultura da Índia. Porque a série ainda não acabou!
A vontade era sair correndo para experimentar as comidas que Kelsey descrevia, conhecer os lugares - lindos - que ela passava e, meu Deus, comprar as roupas que ela usava! Sabe quando você imagina a roupa na sua frente? Linda, brilhante e chocante? Pois bem.
Mas, vejam bem, a série ainda não acabou. E fica aquele gostinho de quero mais, porque o fim só pode ser considerado inaceitável.
Agora, vamos à resenha?
Primeiro, obrigada à Editora Arqueiro, de novo! Fechei a parceria não faz muito tempo, mas eles são muito atenciosos, e os livros são muito bons! Não me arrependi nem um pouco dos livros que li deles, e essa parceria só valeu a pena! Muito obrigada :)
Bom, vou usar a mesma desculpa de sempre: demorei demais para escrever essa resenha porque era muito difícil de fazer; eu sei, que absurdo, me desculpem!
A Maldição do TigreAutor: Colleen Houck
Editora: Arqueiro
Páginas: 272
Ano Edição: 2011
Sinopse: Paixão. Destino. Lealdade. Você arriscaria tudo para salvar seu grande amor? Kelsey Hayes perdeu os pais recentemente e precisa arranjar um emprego para custear a faculdade. Contratada por um circo, ela é arrebatada pela principal atração: um lindo tigre branco. Kelsey sente uma forte conexão com o misterioso animal de olhos azuis e, tocada por sua solidão, passa a maior parte do seu tempo livre ao lado dele. O que a jovem órfã ainda não sabe é que seu tigre Ren é na verdade Alagan Dhiren Rajaram, um príncipe indiano que foi amaldiçoado por um mago há mais de 300 anos, e que ela pode ser a única pessoa capaz de ajudá-lo a quebrar esse feitiço. Determinada a devolver a Ren sua humanidade, Kelsey embarca em uma perigosa jornada pela Índia, onde enfrenta forças sombrias, criaturas imortais e mundos místicos, tentando decifrar uma antiga profecia. Ao mesmo tempo, se apaixona perdidamente tanto pelo tigre quanto pelo homem. A maldição do tigre é o primeiro volume de uma saga fantástica e épica, que apresenta mitos hindus, lugares exóticos e personagens sedutores. Lançado originalmente como e-book, o livro de estreia de Colleen Houck ficou sete semanas no primeiro lugar da lista de mais vendidos da Amazon, entrando depois na do The New York Times.
Kelsey quer entrar em uma faculdade boa, então começa a juntar dinheiro. Isso a leva a um emprego de duas semanas em um Circo que vai passar pela cidade.
No circo, além de fazer muitos amigos novos, Kelsey conhece um tigre branco, absolutamente encantador e lindo, e ela sente que não é nada simples. De repente, todas as noites ela está deitada ao lado da jaula dele, lendo em voz alta para ele, pelo simples fato de ser confortável ali. A presença dele é confortável, e ela sabe que vai sentir muita falta disso quando o circo for embora. Dihren - ou Ren, como ela o apelidou - se tornou especial para ela.
Até um homem aparecer. De terno e gravata no meio do circo, Sr. Kadam é uma pessoa bondosa, e Kelsey fica sabendo que ele foi buscar Dhiren. O tigre vai 'se mudar' para a Índia, em uma reserva especial. Ótimo para ele, certo?
Só tem um problema: alguém que esteja habituado ao tigre precisa ir junto. O veterinário do circo não pode, e acaba sobrando para a nossa querida Kelsey. Se aventurar pela Índia, com um tigre lindo, com tudo pago, e ainda receber por isso? Ah, e tem mais: obviamente, ao se 'apaixonar' pelo tigre, Kelsey deseja ele livre.
E aí acho que ficou um ponto negativo do livro: tudo se resolver muito rápido e muito fácil. Não deveria ser tão fácil decidir algo grande assim. Mas sou a favor de deixar a imaginação voar de vez em quando e, realmente, talvez atrapalhasse o ritmo do livro se fosse muito complicado.
Depois de algum tempo, Kelsey descobre que, na verdade, o tigre não é um tigre. É um antigo príncipe da Índia amaldiçoado, e precisa da ajuda dela para conseguir se libertar.
Se eu contar mais, vira spoiler, mas, de qualquer forma, ainda posso discutir muita coisa =D
Primeiro
Agora, um ponto infinitamente positivo: a Índia se tornou um lugar muito legal. É realmente impressionante a quantidade de lendas indianas que Colleen nos apresenta durante o livro. E elas são muito legais.
Desde que li Percy Jackson, percebi que chega ser ridículo aprendermos coisas de modo forçado, se podemos, sim, nos interessar por elas. Lendo Percy Jackson - que será minha eterna referência para dizer essas coisas - aprendi, entendi, e me apaixonei por Mitologia Grega. Lendo A Maldição do Tigre, aprendi, entendi e estou me apaixonando, aos poucos, por cultura da Índia. Porque a série ainda não acabou!
A vontade era sair correndo para experimentar as comidas que Kelsey descrevia, conhecer os lugares - lindos - que ela passava e, meu Deus, comprar as roupas que ela usava! Sabe quando você imagina a roupa na sua frente? Linda, brilhante e chocante? Pois bem.
Mas, vejam bem, a série ainda não acabou. E fica aquele gostinho de quero mais, porque o fim só pode ser considerado inaceitável.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Top 10 Capas + Avisos!
Olá, leitores! :)
Já que eu só voltei agora, e o ano ainda não acabou (ah, jura?), feliz 2012 pra todos vocês! Que todos sejamos muito felizes em 2012, sendo esse o último ano do mundo ou não.
Bom, sem enrolação, vamos ao que interessa? E eu leria o post até o fim se fosse vocês. Tem umas surpresas e uns avisos sobre promoção e outras coisas :)
Vou fazer um post com as capas de livros que eu mais gosto, copiando a Larissa Siriani, porque imagino que nesse primeiro quase não terão comentários. Provem que eu estou errada.
Amanhã vou postar uma resenha de um livro ÓTIMO, de parceria, então quero todo mundo comentando, certo? Bom, vamos ao que interessam, e não esqueçam de ler até o final!
Não sou a pessoa mais indicada para fazer isso, digamos. Sim, eu leio muito, tenho muitos livros, mas não tenho o conhecimento infinito sobre livros que muitas pessoas tem. Então, com meu catálogo limitado na cabeça, farei o possível; Como existem séries que ficam perfeitas com a combinação de capas, será o top 10, mas podem ter mais de 10 livos, porque postarei a série toda, certo? E a ordem que vou postar não é a ordem de 'favoritos'. São só 10 que eu gostei muito :)
1) Série Faeriewalker (Glimmerglass).
Ok, acho que esse livro estaria em primeiro lugar nos meus favoritos, sim. Só depois que pesquisei pra colocar aqui descobri que o resto da série é maravilhosa, também. Essas são as capas originais, dos EUA(?).

Já que eu só voltei agora, e o ano ainda não acabou (ah, jura?), feliz 2012 pra todos vocês! Que todos sejamos muito felizes em 2012, sendo esse o último ano do mundo ou não.
Bom, sem enrolação, vamos ao que interessa? E eu leria o post até o fim se fosse vocês. Tem umas surpresas e uns avisos sobre promoção e outras coisas :)
Vou fazer um post com as capas de livros que eu mais gosto, copiando a Larissa Siriani, porque imagino que nesse primeiro quase não terão comentários. Provem que eu estou errada.
Amanhã vou postar uma resenha de um livro ÓTIMO, de parceria, então quero todo mundo comentando, certo? Bom, vamos ao que interessam, e não esqueçam de ler até o final!
Não sou a pessoa mais indicada para fazer isso, digamos. Sim, eu leio muito, tenho muitos livros, mas não tenho o conhecimento infinito sobre livros que muitas pessoas tem. Então, com meu catálogo limitado na cabeça, farei o possível; Como existem séries que ficam perfeitas com a combinação de capas, será o top 10, mas podem ter mais de 10 livos, porque postarei a série toda, certo? E a ordem que vou postar não é a ordem de 'favoritos'. São só 10 que eu gostei muito :)
1) Série Faeriewalker (Glimmerglass).
Ok, acho que esse livro estaria em primeiro lugar nos meus favoritos, sim. Só depois que pesquisei pra colocar aqui descobri que o resto da série é maravilhosa, também. Essas são as capas originais, dos EUA(?).
2) Série Instrumentos Mortais (Cidade dos Ossos).
Confesso que a primeira vez que vi a capa de Cidade dos Ossos, não gostei. Mas depois me apaixonei. Pois é, como entender? Por um motivo de força maior, só coloquei os três primeiros. É muita coisa se eu colocar tudo.

3) Série Fallen
Bom, ok, quem não acha essa capa linda? Acontece que todas as da série são. Devo dizer que sou apaixonada pelo cabelo da modelo da capa, e quem seu sabe que, na verdade, tudo faz sentido na história, hahaha.
4) Sob a Luz da Lua
Ok, não sei quase nada sobre esse livro - só que a capa é linda de morrer. E acabei de ler a sinopse dele pela primeira vez, o que me levou a descobrir que talvez a capa linda combine com uma história linda.
5) Série Feios
Sinceramente, não acho as capas originais nada demais, mas essa edição, eu amei.
6) No Fundo do Amor
Esse lançamento da Editora iD parece ser muito legal. Na verdade, li muitas resenhas positivas sobre esse livro. E bem, a capa também é linda :)
7) Série A Vidente
Bom, sem muito a dizer, sou apaixonada por essas capas. Até porque todos os livros tem uma fitinha na lateral, para fechar *-* Confesso que foi isso que me fez comprar o livro :P
8) Bruxa de Ferro
A capa é linda, e o livro também *-* Já li esse, e adorei. A capa, além de linda, é em alto relevo, e por dentro ainda tem os desenhos em preto é branco... Enfim, é lindo!
9) Série Mundo de Tinta (Coração de Tinta)
Sinceramente, acho que todo amante de livros tem que ler essa série. Porque, de certa forma, ela fala exatamente sobre os livros, e os mundos que eles criam. E a série toda tem capas LINDAS, que a gente fica tentando desvendar enquanto vai lendo.
10) Série Maldição do Tigre
Por último, mas não menos importante, essa série com as capas brilhantes é linda demais. Inclusive, resenha de A Maldição do Tigre entra amanhã aqui no blog! :) As capas do segundo e do terceiro são as originais porque ainda não foram lançadas no Brasil.
O que acharam da minha super seleção? :P Bom, como peguei a ideia da Larissa, nada mais justo do que colocar o link para o post dela no Cine-books, certo? Só clicar aqui e você será redirecionado para o post.
E, já que estamos falando dela, e parte dos avisos que eu citei no começo do post, é sobre os livros dela, vamos lá?
Estou com 4 livros para promoção. Seja sorteio, gincana, ou qualquer outra forma. Três são autografados! E estou fechando outras parcerias pra sortear mais livros.
Um deles, autografado, é As Bruxas de Oxford, da Larissa Siriani. Mas combinei com ela algumas coisas.
1 - A promoção do Bruxas de Oxford só vai entrar no ar depois que o blog chegar em 100 seguidores. Então, depende do público, hein? Eu li e vou fazer resenha quando entrar a promoção, e posso dizer que vale a pena.
2 - Outros dois livros que tenho autografado são dois exemplares de Chantilly, da Mare Soares. Essa promoção está para entrar no ar, mas, também, quero mais seguidores. Não por mim, mas acho que essas duas autoras merecem mais divulgação e, pra promoção valer a pena, precisamos de mais participação. Certo?
3 - As outras promoções vão ter mais detalhes divulgados em breve. Então, fiquem ligados!
4 - Uma dica? Comentem nos próximos posts. Posso surpreender vocês ;)
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Descontos de Natal - Larissa Siriani
Natal é uma época linda, não?
Tudo entra em promoção, todo mundo faz sorteio. Então nada mais óbvio do que aproveitar e fazer umas compras. Certo?
Quem ainda não conhece, Larissa Siriani é uma das nossas autoras nacionais, que já lançou 4 livros, como Toda Garota Quer e As Bruxas De Oxford.
Ainda não fiz resenha aqui, mas estou terminando de ler Bruxas de Oxford. E já li várias resenhas de Toda Garota quer.
Bom, sobre o Bruxas de Oxford posso falar por mim mesma: eu estou a-m-a-n-d-o. De verdade, a Larissa faz mágica com as palavras. Além de uma história complexa e bem estruturada, a narrativa é leve, me apaixonei por vários personagens, morri de medo, fiquei ansiosa, dei risada... Enfim, de tudo!
Sobre o Toda Garota Quer, não li ainda, mas li muitas resenhas positivas sobre o livro. Quer ver uma? A Juh Oliveto, do Livros e Bolinhos fez, um tempãaao atrás. Foi por aí, inclusive, que conheci a Larissa. Então cliquem aqui e podem dar uma olhada.
A Larissa também disponibilizou o começo de cada livro, no blog dela. Quer ler antes de comprar? Clique aqui.
Agora, vamos ao que interessa?
Se os livros são tão bons, tem como perder uma oportunidade dessas? Os dois com desconto! Mas é só até o Natal, então corre.
As Bruxas de Oxford, que custa normalmente 35,00, está por 27,00!
Toda Garota Quer, que custa normalmente 25,00, está por 20,00!
Ah, e sabe o que mais? Se você comprar, ganha a chance de concorrer a mais um livro! De graça! E você pode escolher qual livro da Larissa quiser. Então clique aqui para saber mais sobre a promoção - para concorrer a mais um livro - ou direto aqui, para ir até a lojinha online.
Tudo entra em promoção, todo mundo faz sorteio. Então nada mais óbvio do que aproveitar e fazer umas compras. Certo?
Quem ainda não conhece, Larissa Siriani é uma das nossas autoras nacionais, que já lançou 4 livros, como Toda Garota Quer e As Bruxas De Oxford.
Ainda não fiz resenha aqui, mas estou terminando de ler Bruxas de Oxford. E já li várias resenhas de Toda Garota quer.
Bom, sobre o Bruxas de Oxford posso falar por mim mesma: eu estou a-m-a-n-d-o. De verdade, a Larissa faz mágica com as palavras. Além de uma história complexa e bem estruturada, a narrativa é leve, me apaixonei por vários personagens, morri de medo, fiquei ansiosa, dei risada... Enfim, de tudo!
Sobre o Toda Garota Quer, não li ainda, mas li muitas resenhas positivas sobre o livro. Quer ver uma? A Juh Oliveto, do Livros e Bolinhos fez, um tempãaao atrás. Foi por aí, inclusive, que conheci a Larissa. Então cliquem aqui e podem dar uma olhada.
A Larissa também disponibilizou o começo de cada livro, no blog dela. Quer ler antes de comprar? Clique aqui.
Agora, vamos ao que interessa?
Se os livros são tão bons, tem como perder uma oportunidade dessas? Os dois com desconto! Mas é só até o Natal, então corre.
As Bruxas de Oxford, que custa normalmente 35,00, está por 27,00!
Toda Garota Quer, que custa normalmente 25,00, está por 20,00!
Ah, e sabe o que mais? Se você comprar, ganha a chance de concorrer a mais um livro! De graça! E você pode escolher qual livro da Larissa quiser. Então clique aqui para saber mais sobre a promoção - para concorrer a mais um livro - ou direto aqui, para ir até a lojinha online.
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